Tendo por base o post anterior e as contribuições de Arnett para o conceito de young adulthood, p.f. estabeleçam pontos em comum e pontos divergentes para com este artigo de Devadason (2007), contribuindo com a vossa reflexão crítica.
O artigo em causa está em http://www.eurpolcom.eu/exhibits/JYS_coherence.pdf. Caso tenham dificuldade em aceder, p.f. contactem-me.
Bom trabalho e até 3ª!
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Aula 17.Nov.2009 - "Young adulthood"
Muita da produção de investigação nacional e internacional, no domínio da Psicologia, tem sido realizada com base em amostras de jovens adultos, mais concretamente, alunos universitários (...) Associada à composição de amostra com base em alunos universitários no domínio da investigação com jovens adultos, surge o criticismo às extrapolações de resultados. Ao confundir-se jovem adulto com aluno universitário, está a generalizar-se o que é próprio e representativo de uma população ainda privilegiada do ponto de vista sócio económico e sócio cultural, a uma população demasiado heterogénea (do ponto de vista educacional, por exemplo) e que contempla, aliás, uma balização etária algo difusa (15-21? 18-25?). Por outras palavras, ao utilizar amostras de alunos universitários, poder-se-á correr o risco de generalizar – nas dimensões cognitivas, comportamentais, afectivas - o que é próprio de uma minoria.
De qualquer modo, por serem aqueles que mais tempo irão experenciar o clima de incerteza característico da Hipermodernidade, constituem-se como população alvo em diferentes dimensões, daí o seu interesse científico.
Tendo sido referenciado como realidade emergente por K. Kenniston (1973) e por Arthur Chickering (1993), Bynner e Arnett têm-se destacado, mais recentemente, na atenção dada ao conceito de "young adulthood" ("jovem adultícia" em português).
Com base no artigo de Arnett (2006) (http://web.ebscohost.com/ehost/pdf?vid=8&hid=111&sid=0d489fb3-650b-4920-a8ef-1144dc2be92b%40sessionmgr10), p.f. apresentem as vossas considerações críticas sobre o conceito apresentado pelo autor de "Emerging Adulthood".
De qualquer modo, por serem aqueles que mais tempo irão experenciar o clima de incerteza característico da Hipermodernidade, constituem-se como população alvo em diferentes dimensões, daí o seu interesse científico.
Tendo sido referenciado como realidade emergente por K. Kenniston (1973) e por Arthur Chickering (1993), Bynner e Arnett têm-se destacado, mais recentemente, na atenção dada ao conceito de "young adulthood" ("jovem adultícia" em português).
Com base no artigo de Arnett (2006) (http://web.ebscohost.com/ehost/pdf?vid=8&hid=111&sid=0d489fb3-650b-4920-a8ef-1144dc2be92b%40sessionmgr10), p.f. apresentem as vossas considerações críticas sobre o conceito apresentado pelo autor de "Emerging Adulthood".
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Aula 10.Nov.09
Com base no que é transmitido por Frank Usarski a propósito da obra de Zygmunt Bauman (videos mais abaixo ou outras fontes que julguem pertinentes), p.f. apresentem as vossas reflexões sobre as conexões entre o pensamento deste último e a relação entre o sujeito e o trabalho na sociedade contemporânea. Até breve!
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